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Processo coletivo de jogadores contra KONAMI e EA inviabilizou Libertadores em PES 2017 e PES 2018

Agora é oficial: mais um ano sem Copa Bridgestone Libertadores da América e seus derivados em Pro Evolution Soccer. Embora Joaquin Mina, advogado organizador do processo coletivo de mais de 100 atletas, sendo 77 sem segredo de justiça — diga que a lista deverá aumentar para mais de 200 jogadores da América do Sul, apenas 18 não brasileiros deram a Mina, sinal verde
para mover estes processos.

Tem culpa quem eu nesse Processo coletivo de jogadores?

Todos, sem exceção. Clubes, FIFPro, Fenapaf, Jogadores. Mas principalmente EA e KONAMI, que na figura de Manorito Hosoda pelo lado da KONAMI, aperta o foda-se e vê se cola. Já em PES 2014 ele cagou no pau e por uma mancada homérica com a CONMEBOL, conseguiu irritar a Nissan, patrocinadora do torneio ao promover a licença no Chile sem a utilização ou citação da marca japonesa de automóveis, então patrocinadora do torneio.

Na hora ‘H’ a Nissan não deu a autorização devida e PES 2014 que passou 6 seis promovendo a chegada da Copa Nissan Sudamericana para os fãs, além da Liga Postobón Colombia — como devem lembrar, não veio nem uma, nem outra.

No caso do Barcelona Leyendas, Hosoda de novo foi o imbecil do… faz, que eu seguro o aço no peito. Agora vemos a KONAMI tendo de negociar mais de 3 milhões de dólares com Diego Maradona e mais 8,5 de dólares com outros jogadores de seis clubes que jamais deram autorização expressa — tudo no Cartório como diria minha avó, para uso de imagem.

Lei é lei, cumpre-se e não se discute. O que se discute são decisões judiciais para tentar achar aquele minúsculo parágrafo que serve como brecha para pegar otário.

Um lado bom, a KONAMI aceitou pagar um valor superior a 1 milhão de euros para instituições de caridade na periferia da capital argentina, para projetos que usem o futebol e a escola para tirar a molecada da rua e das drogas.

Bola dentro de Don Diego.

Entonces, não é necessário mais nada para saber que por mais um ano, o Brasileirão será genérico ao extremo em ambos os games, e até mesmo mobiles como Dream League Soccer e o tradicional Football Manager 2018 querem mais é distância dos brasileiros.

Ok, não somos mais o oásis do futebol mundial, mas é uma situação meio, NHL sem canadenses, NBA sem americanos e a MLB sem jogadores da América Central e Caribe, além da Venezuela.

Para finalizar o assunto e dar um preview dos próximos: o que pegou nos processos e deu a Joaquin Mina um argumento pesado contra EA e KONAMI foi o uso dos jogadores no MyClub e no Ultimate Team. A monetização constante desses game modes obriga as produtoras a mostrar um relatório do quanto foi ganho usando a imagem de cada jogador.

A EA já fornece a National Football League por Madden, o quanto é faturado em cima da imagem de cada jogador da NFL e repassa os valores que por um acordo geral de todas as franquias, é doado as universidades que formam jogadores para a NFL.

Enfim: como podem ver o PESBR está de volta. O post explicativo dessa volta vem a seguir como um tapa na cara de quem andava dizendo que a KONAMI isso contra o Paulo, a KONAMI aquilo contra o Paulo — processou, tomou… tomaram é no cú os do contra. Vai ter de engolir e mamar minhas bolas xará (recado dado).

Com a volta da nossa musa japônica a KONAMI, após quase três anos de Nintendo, quero ver neguinho meter o louco por aí falando merda desse espaço aqui.

4 cornetadas

  1. Nada cara, só delírios. Até meados de Julho a KONAMI não vai soltar nada pra não levar pedrada. Só mesmo o myClub terá um forte repaginada, de resto: mais do mesmo.

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